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<channel rdf:about="http://www.intervozes.org.br/cgi/index_html/categories/inclusao-digital-universalizacao-do-acesso-redes-comunitarias/RSS">
  <title>Inclusão digital: universalização do acesso, redes comunitárias</title>
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    <item rdf:about="http://www.intervozes.org.br/cgi/index_html/texto-aprovado-pelo-cgibr">        <title>Texto aprovado pelo CGIbr</title>        <link>http://www.intervozes.org.br/cgi/index_html/texto-aprovado-pelo-cgibr</link>        <description> O texto abaixo foi aprovado pelo CGIBr e encaminhado oficialmente ao ministro das Comunicações, Hélio Costa, e ao presidente ...</description><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>O texto abaixo foi aprovado pelo CGIBr e encaminhado oficialmente ao ministro das Comunicações, Hélio Costa, e ao presidente da Anatel, Ronaldo Sarbenberg.</p>
<p>O representante do MiniCom votou contra e os representantes da Casa Civil e da ABTA se abstiveram.</p>
<p>------------------</p>
<p><meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8" /><title></title><meta name="GENERATOR" content="BrOffice.org 2.4  (Win32)" /><style type="text/css">
	&lt;!--
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	--&gt;
	</style>
<p class="western">Diante
das propostas que visam alterar o marco regulatório das
telecomunicações no Brasil e a partir da premissa de
que, num cenário de convergência, tais alterações
terão enorme impacto na Internet brasileira, o Comitê
Gestor da Internet no Brasil - CGI.br, em conformidade com o Inciso
I, do Artigo 1°, do Decreto Presidencial 4829, de 3 de setembro
de 2003, vem a público manifestar-se e propor as alternativas
que julga mais adequadas no seguinte tópico atinente:</p>
<p align="justify" class="western"><br /></p>
<p align="justify" class="western"><b>Separação
da rede de transporte</b></p>
<p align="justify" class="western"><br /></p>
<p align="justify" class="western">Considerando
que:</p>
<p align="justify" class="western"><br /></p>
<p align="justify" class="western">1)
a infra-estrutura de telecomunicações, assim como as
redes de energia elétrica, redes ferroviárias/rodoviárias
e redes de água e esgoto, constitui monopólio natural
cuja exploração em regime público foi concedida
pelo Estado ao setor privado.</p>
<p align="justify" class="western"><br /></p>
<p align="justify" class="western">2)
a Lei Geral de Telecomunicações, LGT (9472/97), define
como princípio das telecomunicações a “livre,
ampla e justa competição entre todas as prestadoras”
(artigo 6°) e impõe ao poder público a adoção
de medidas que promovam a competição (artigo 2°).</p>
<p align="justify" class="western"><br /></p>
<p align="justify" class="western">3)
a universalização do acesso à Internet em banda
larga é um insumo fundamental para o desenvolvimento
econômico, social e cultural de nosso povo;</p>
<p align="justify" class="western"><br /></p>
<p align="justify" class="western">4)
a referida universalização se dará com maior
probabilidade em um ambiente de “livre, ampla e justa competição”
do que em um ambiente monopolístico ou cartelizado;</p>
<p align="justify" class="western"><br /></p>
<p align="justify" class="western">5)
a LGT (9472/97) prevê em seu artigo 155, que prestadoras de
serviços de telecomunicações de interesse
coletivo deverão “disponibilizar suas redes a outras
prestadoras de serviços de telecomunicações de
interesse coletivo”;</p>
<p align="justify" class="western"><br /></p>
<p align="justify" class="western">6)
a desagregação técnica dos elementos de redes
(“unbundling”) das prestadoras de serviços de
telecomunicações de interesse coletivo não
chegou a ser exigida pela Agência Nacional de Telecomunicações
(Anatel);</p>
<p align="justify" class="western"><br /></p>
<p align="justify" class="western">7)
mesmo assim, nos países em que medidas de desagregação
foram tentadas, estas não se revelaram suficientes para gerar
a necessária competição no provimento de
serviços e tampouco produzir o impacto</p>
<p align="justify" class="western">esperado
no processo de universalização do acesso;</p>
<p align="justify" class="western"><br /></p>
<p align="justify" class="western">8)
a OECD (Organisation for Economic Co-operation and Development), em
2001, passou a recomendar a política de separação
estrutural para enfrentar situações de monopólios
naturais, entre os quais incluiu as telecomunicações;</p>
<p align="justify" class="western"><br /></p>
<p align="justify" class="western">9)
separação estrutural é uma forma de regulação
que exige a separação do provedor de infra-estrutura
dos provedores de serviços em figuras jurídicas
distintas e com controle acionário distinto, ficando vedada ao
provedor de infra-estrutura a prestação de serviços
para o usuário final, o poder público garantindo a
relação comercial isonômica do provedor de
infra-estrutura para todos os provedores de serviços;</p>
<p align="justify" class="western"><br /></p>
<p align="justify" class="western">10)
a Comissão Européia tem analisado em profundidade a
separação funcional e estrutural como um mecanismos de
incentivo à competição nas telecomunicações;</p>
<p align="justify" class="western"><br /></p>
<p align="justify" class="western">11)
Reino Unido e Finlândia adotaram a separação
entre o provedor de infra-estrutura e os provedores de serviços,
e segundo o Office of Telecomunications, órgão
regulador britânico, já é possível
perceber que a política de separação da
infra-estrutura apresentou resultados tanto no aumento da competição
no mercado de telecomunicações quanto em relação
ao objetivo de universalização do acesso a Internet em
banda larga;</p>
<p align="justify" class="western"><br /></p>
<p align="justify" class="western">12)
embora nenhum dos mecanismos citados acima seja suficiente para
garantir, por si só, a “livre, ampla e justa competição”
e a universalização do acesso à Internet, a
separação estrutural ou funcional têm sido
adotadas com maior eficácia em outros países.</p>
<p align="justify" class="western"><br /></p>
<p align="justify" class="western">Pelo
exposto, e face aos enormes desafios da universalização
dos serviços de telecomunicações no Brasil, em
especial o acesso à Internet em banda larga, o CGI.br
<b>recomenda</b> ao
Ministério das Comunicações e à ANATEL
que considerem os benefícios da adoção da
desagregação, via separação estrutural ou
funcional da infra-estrutura de redes destinadas à prestação
de serviços de telecomunicações em regime
público, como um instrumento regulatório para assegurar
a competição e a universalização do
acesso às redes de banda larga, com mecanismos de
acompanhamento que garantam a transparência e a isonomia dos
contratos firmados entre os provedores da infra-estrutura e dos de
serviços.</p>
</p>
]]></content:encoded>        <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>        <dc:creator>gindre</dc:creator>        <dc:rights></dc:rights>                <dc:date>2008-09-03T16:08:48Z</dc:date>        <dc:type>COREBlog Entry</dc:type>    </item>
    <item rdf:about="http://www.intervozes.org.br/cgi/index_html/solicitacao-para-a-reuniao-do-dia-06-de-junho">        <title>Solicitação para a reunião do dia 06 de junho</title>        <link>http://www.intervozes.org.br/cgi/index_html/solicitacao-para-a-reuniao-do-dia-06-de-junho</link>        <description> Já defendi várias vezes que o tema da extensão da infra-estrutura debackhaul para todas as cidades brasileiras é algo vit...</description><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>
Já defendi várias vezes que o tema da extensão da infra-estrutura de
backhaul para todas as cidades brasileiras é algo vital para a
universalização do acesso à Internet em banda larga e, portanto, de acordo com o inciso I do
artigo 1° do Decreto Presidencial 4.829, o seu debate é uma das
atribuições do CGIbr.<br />
<br />
Preocupa-me, contudo, que o procedimento adotado para essa
universalização (a troca pelos PSTs no interior do contrato de
concessão do STFC) esteja sofrendo críticas de ordem jurídica. Isso
porque é fundamental garantir a universalização do acesso a banda
larga, mas, essa universalização não pode ser feita de forma a ser
questionada legalmente e nem pode vir a favorecer o oligopólio privado
das telecomunicações (que tende a ficar ainda maior com a compra da Br
pela Oi).<br />
<br />
Ou seja, não podemos alegar que os fins justificam os meios e que, em
nome da banda larga para todas as criancinhas do Brasil, vale aceitar
algo questionável. Até porque, este não era o único caminho possível
para a universalização da infra-estrutura de acesso à banda larga.<br />
<br />
----------------<br />
<br />
Por isso, estive na reunião do Conselho Consultivo da Anatel na última
sexta-feira, dia 30 de maio, que tratou quase exclusivamente deste
assunto.<br />
<br />
O tema voltará a pauta na próxima reunião deste CC, no dia 20 de junho,
com a presença da procuradoria da Anatel.<br />
<br />
----------------<br />
<br />
No âmbito do CGIbr, creio que podemos, e devemos, tratar do assunto de
uma outra forma.<br />
<br />
O Anexo 1 do Decreto Presidencial 4769 (o Plano Geral de Metas de
Universalização do STFC) define quais são os bens garantidos pela
direito de reversibilidade (por decorrência, quais os bens que integram
o STFC). Um dos ítens contempla a "infra-estrutura e equipamentos de
sistemas de suporte e operação" e outro, mais genérico, fala em "outros
indispensáveis à prestação do serviço".<br />
<br />
Ora, para que o backhaul seja reversível, portanto, ele precisa estar
contido num destes dois ítens acima.<br />
<br />
Neste caso, não apenas ele seria reversível como a própria troca entre
PSTs e backhaul seria perfeitamente legal.<br />
<br />
Em que pesem minhas críticas ao pouco tempo de consulta pública (sete
dias úteis), à baixa capacidade mínima do backhaul e à falta de regras
de unbundling, o Decreto Presidencial 6424 (que faz a troca) seria
legal.<br />
<br />
Caso contrário, não apenas o backhaul não seria reversível como a
própria troca não poderia ter sido feita no interior do contrato de
concessão do STFC, por envolver algo que não faz parte da
infra-estrutura do STFC.<br />
<br />
----------------<br />
<br />
Imagino, portanto, que, para que esta troca tenha sido feita, inclusive
mediante um decreto assinado pelo presidente da República, a Anatel
tenha toda segurança técnica de que o backhaul integra a
infra-estrutura do STFC. Essa troca, portanto, deve ter sido precedida
de um estudo técnico.<br />
<br />
É justamente isso que eu gostaria de solicitar à Anatel. <b>Que
seja apresentado em nossa reunião o estudo técnico que afirma que o
backhaul ou é parte da "infra-estrutura e equipamentos de sistemas de
suporte e operação do STFC" ou que ele é "indispensável à prestação do
STFC"</b> e que, portanto, ele seria não apenas um bem
reversível, como, principalmente, ele poderia ser motivo de troca no
interior do contrato de concessão do STFC.<br />
<br />
A apresentação deste estudo técnico, que embasa a decisão tomada pela
Anatel e, consequentemente, o Decreto Presidencial, poria fim a todas
as nossas dúvidas.<br />
<br />
Caso o estudo não seja apresentado em nossa reunião, já deixo aqui
registrado a minha proposta que o <b>CGIbr venha a solicitar
formalmente o envio deste estudo pela Anatel</b>.<br />
<br />
Abraços,<br />
Gustavo Gindre.<br /></p>
]]></content:encoded>        <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>        <dc:creator>gindre</dc:creator>        <dc:rights></dc:rights>                <dc:date>2008-07-03T06:34:56Z</dc:date>        <dc:type>COREBlog Entry</dc:type>    </item>
    <item rdf:about="http://www.intervozes.org.br/cgi/index_html/sobre-o-tema-do-backhaul">        <title>Sobre o tema do backhaul</title>        <link>http://www.intervozes.org.br/cgi/index_html/sobre-o-tema-do-backhaul</link>        <description> O CGIbr, em sua reunião ordinária de junho, aprovou que fará um carta, endereçada ao Ministro das Comunicações, buscando uma ...</description><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>O CGIbr, em sua reunião ordinária de junho, aprovou que fará um carta, endereçada ao Ministro das Comunicações, buscando uma resposta satisfatória para essa polêmica.</p>
<p><br /></p>
<p>O teor da carta será votado na reunião de 04 de julho, onde não estarei presente, por estar fora do país. Contudo, encaminhei uma sugestão de carta e, até o dia de hoje, véspera da reunião, nenhuma outra proposta ou sugestão de mudança dessa minha proposta foi encaminhada.</p>
<p><br /></p>
<p>Comprometo-me a divulgar aqui a sugestão que encaminhei ao CGIbr, independente de sua aprovação ou não, logo após a reunião do dia 04 de julho.<br /></p>
]]></content:encoded>        <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>        <dc:creator>gindre</dc:creator>        <dc:rights></dc:rights>                <dc:date>2008-07-03T06:37:18Z</dc:date>        <dc:type>COREBlog Entry</dc:type>    </item>
    <item rdf:about="http://www.intervozes.org.br/cgi/index_html/proposta-de-pauta">        <title>Proposta de pauta</title>        <link>http://www.intervozes.org.br/cgi/index_html/proposta-de-pauta</link>        <description> O governo Lula está patrocinando uma série de mudanças no cenáriodas telecomunicações, com impacto direto no alcance da Int...</description><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>O governo Lula está patrocinando uma série de mudanças no cenário
das telecomunicações, com impacto direto no alcance da Internet no
Brasil.</p>
<p>Duas destas medidas estão intrinsecamente conectadas e são a alteração dos contratos de concessão da telefonia fixa (trocando as obrigações de
criar postos de serviços telefônicos por obrigações com os pontos de
presença da banda larga) e a conexão de banda larga nas escolas
públicas urbanas. Sobre estes temas sugiro dois artigos publicados no
Observatório do Direito à Comunicação (<a href="http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=3090">Gustavo Gindre</a> e <a href="http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=3139">Flavia Lefevre</a>).</p>
<p>Infelizmente, o governo não ouviu o CGIbr para
formular suas propostas. E, até agora, os membros do governo no CGIbr
não usaram nossas listas de discussão para explicar as decisões do
governo (silêncio!).<a class="generated" href="http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=3139"></a></p>
<p>Por isso, propus que estes dois assuntos virem um ponto de pauta de nossa
próxima reunião. É fundamental garantir que o tema será oficialmente discutido pelo CGIbr, inclusive como forma de pressionar pelo debate.</p>
<p>Assim, é importante fazer este debate aqui no blog, para subsidiar a
intervenção dos representantes do terceiro setor em relação a estes
dois temas.</p>
A propósito, a próxima reunião ainda não foi marcada, mas, provavelmente, será dia 9 ou dia 16 de maio.]]></content:encoded>        <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>        <dc:creator>gindre</dc:creator>        <dc:rights></dc:rights>                <dc:date>2008-04-16T02:39:23Z</dc:date>        <dc:type>COREBlog Entry</dc:type>    </item>




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